quinta-feira, 7 de maio de 2009
Inclusão digital para idosos
O curso tem duração de 64 horas e vai ensinar aos idosos como usar o sistema operacional Windows, o navegador de internet e as ferramentas do Office Word, Excel e Power Point.
O objetivo é incluir os idosos no mundo digital, para que aprendam a utilizar o computador e possam usufruir dos benefícios oferecidos pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. Só serão aceitas pessoas com mais de 50 anos.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na Faculdade de Tecnologia de Senac Rio, que fica na Rua Santa Luzia, 735, 5º andar no Centro, ou pelos telefones (21) 2517-9200 / 9229. Para participar, é desejável que o idoso possua o equivalente ao Ensino Fundamental completo e apresente os seguintes documentos:
Cédula de identidade
CPF
Comprovante de residência
O curso pode ser pago em cinco parcelas de R$ 118,00.Local do curso: FATEC – Faculdade de Tecnologia Senac RioRua Santa Rua Santa Luzia, 735, 5º andar - CentroData de Início: 18/05/2009Horário: 13h – 2ªs, 4ªs e 6ªsMais informações:Faculdade Senac RioRua Santa Luzia, 735 - CentroDisque-Senac: 4002-2002 E-mail: extensao@rj.senac.br
(crédito SENAC. matéria extraída do site do Senac)
domingo, 3 de maio de 2009
Pesquisa diz que 47% dos idosos brasileiros têm vida sexual ativa
Ivonildes Matos cursa o sétimo semestre de fisioterapia. Um dia, entrou na sala de aula especialmente disposta a prestar atenção. Um par de olhos atentos, no entanto, já espreitava os modos desembaraçados, os comentários maduros e um certo ar juvenil que exala ao seu redor, realçado pela tatuagem floral no colo e o piercing no nariz. O colega que a observava não resistiu e disse que queria conhecê-la melhor. Bom, não deu em outra coisa se não namoro. “Acontece toda hora”,você pensa. A questão é que Ivonildes tem mais de 70, seis filhas, é bisavó de cinco e está em seu terceiro curso superior. E o rapaz, que hoje já não é mais seu namorado, tinha 19 anos. Depois dele, veio mais um colega de faculdade, de 31 anos, com quem ela ficou por dois anos.O atual é um pouquinho mais velho, com 35 anos. Com todos, garante que mantém um relacionamento normal, como o de qualquer outro casal, com sexo incluído, sim. “Não vejo porque me castrar de uma coisa tão prazerosa. Basta a mulher entrar na menopausa para as pessoas acharem que ela não precisa mais de sexo”, diz, corajosa, ressaltando que não faz nada para atrair homens mais moços.
Ivonildes não foi entrevistada mas poderia muito bem estar inserida na pesquisa que o Instituto Datafolha fez para mapear a vida dos idosos brasileiros e acabou revelando que há atividade sexual plena em 47% deles, contrariando a crença que o desejo se extingue na terceira idade (a partir dos 60anos). “Há um costume de associar amor e sexo à juventude, mas isso não acaba coma idade. As pessoas fazem sexo até o fim da vida porque o corpo continua com as mesmas necessidades. Aquestão é que as respostas sexuais vão se modificando, assim como outros reflexos. Sexo não é apenas a cópula, é toda a vida de relação com as pessoas”, afirma a psiquiatra e sexóloga Gilda Fucs.
Eternos Apaixonados. Basta passar um tempinho com Alfonso, 71, e Iraci Agazzi, 70, casados há 42 anos, para entender o que a médica quer dizer. Entre eles, há uma profusão de olhares apaixonados, toques constantes e muita cumplicidade. Juntos, compõem o retrato de um amor maduro que soube transformar o fogo da juventude numa chama perene, realçando o que já era bom, adaptando-se à nova realidade. “Hoje prezamos muito mais pela qualidade do que pela quantidade. Já conhecemos todos os pontos, os sinais um do outro, sabemos o que fazer. Quando a gente ama, tem prazer em qualquer idade porque sexo para mim é vida, uma coisa sublime”, assegura Iraci, que teve três filhos com seu amor. Com um gestual contido mas cheio de significados ocultos, o velho Agazzi observa a mulher na plenitude e demonstra aprovação. “Para que plástica se eu gosto do cheiro dela, da carne dela com a minha?
À medida que a gente vai envelhecendo vai descobrindo melhor o prazer”, diz ele, que se apaixonou pela mulher quando a viu tocar piano e ainda mantém hábitos românticos, como jantares regados a vinho ouvislumbres do pôr-do-sol a dois. Como Iraci casou virgem, a sexualidade do casal foi descoberta aos poucos e sempre à flor da pele. “O toque émuito importante para nós. Gosto de muito chamego”, explica ela.
Preconceito. Depois da popularização dos medicamentos para disfunção erétil, muitos homens mantiveram ou recuperaram a atividade sexual. Daí,74%dos entrevistados afirmarem que ainda estão com a corda toda. Com as mulheres, porém, as coisas são mai scomplicadas: passam pelo viés cruel do preconceito. Por isso, somente 24% se dizem ativas. Como elas foram educadas para serem apenas mães, criou-se uma ideia que a mulher mais madura não precisa de sexo porque não pode mais reproduzir. “A figura feminina mudou muito. A desinformação sexual ainda é uma coisa latente em todos os níveis sociais e intelectuais, mas já se sabe que a baixa de estrógeno na menopausa não interfere no desejo sexual”, explica Gilda Fucs. Boa alimentação garante o vigor a alimentação garante o vigor.
Alguns alimentos sempre tiveram relação estreita com o desempenho sexual. Muito disso é mito, mas a ciência vem provando que o que se come, de fato, pode revelar a qualidade do sexo que as pessoas praticam - sobretudo na terceira idade, quando o corpo já não temas mesmas respostas de antes. A dica é incluir na dieta alimentos ricos em vitamina B3 (niacina), que, além de melhorar o desempenho sexual, ajuda a manter a pele saudável, beneficia os sistemas digestivos e nervoso e o sistema circulatório. Então, na hora de fazer a feira, coloque no carrinho amendoim, castanha do Pará, carnes magras, leite, ovos, frutas, secas, cereais integrais, brócolis, tomate, cenoura, abacate e batata doce, que são fontes naturais de niacina. Outros nutrientes estão ligados aos hormônios sexuais, como zinco, óleos ômega 3,6 e 9, magnésio e os bioflavonóides. Ivonildes Matos: namorados bem mais novos Aids se propaga entre idosos Alfonso, 71, e Iraci Agazzi, 70, são casados há mais de 40 anos e trocaram a quantidade pela qualidade na prática sexual. Parece incrível nos dias de hoje, mas a desinformação ainda é o principal fator para os grandes índices de Aids, especialmente na faixa etária classificada como terceira idade. Os dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids preocupam: no Brasil, há mais de 500 mil casos notificados da doença. Desses, mais de 15 mil atingem idosos - sendo que, em 1991, havia cerca de 950 ocorrências. A desinformação tem como consequência a vida sexual ativa sem proteção. “Há muita Aids entre a população de idosos no Brasil. Eles não se cuidam porque não têm hábito de usar preservativo. Por isso, o Ministério da Saúde está lançando campanhas específicas”, confirma o geriatra Adriano Gordilho. A dificuldade de manuseio e o medo de perda de ereções também explica o desuso de preservativos.
matéria com fotos no Correio da Bahia http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=25123&mdl=27
sábado, 2 de maio de 2009
ESTAMOS SEMPRE ATENTOS AOS CUIDADOS DOS IDOSOS! É UMA PARCERIA MARAVILHOSA!

Peço desculpas pela falha técnica na primeira foto. Esse grupo reunido, são companheiros e colaboradores ativos no Programa do Idoso. Eles tem um carinho e uma preocupação com os idosos, que muitas das vezes penso até que eles vão carregá-los no colo.quinta-feira, 23 de abril de 2009
Campanha Nacional de Vacinação do Idoso inclui população indígena de áreas remotas
Com o objetivo de atingir 80% da população alvo de 60 anos ou mais, durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso contra o vírus Influenza (causador da gripe), os técnicos do Ministério da Saúde vão até as áreas mais remotas do país para vacinar os povos indígenas, que tradicionalmente não têm acesso aos postos de saúde do governo.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Campanha nacional de vacinação contra gripe em idosos começa no sábado
Segundo o ministério, a campanha vai acontecer até o dia oito de maio. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, é que a campanha consiga abranger 80% da população nesta faixa etária.
A vacinação é voltada para os idosos, pois as complicações em decorrência da gripe acontecem com mais frequências em pessoas com mais de 60 anos, informa a secretaria da saúde. 'Doenças como pneumonia podem ser evitadas com medidas simples de prevenção que garantem maior qualidade de vida', afirma a gerente de Imunização da Coordenação de Vigilância em Saúde, de São Paulo, Maria Lígia Bacciotti Ramos.
O órgão alerta que a vacinação preventiva reduz em até 45% o número de hospitalização por pneumonia e em até 75% a mortalidade da população com mais de 60 anos, em decorrência da gripe.
Foram investidos mais de R$ 162 milhões na compra das vacinas que serão aplicadas nos pacientes que procurarem as cerca de 65 mil postos em todo o país. O ministério alerta que a relação de postos de saúde deve ser verificado com a secretaria de saúde de cada cidade.
São Paulo - A Secretaria da Saúde do município de São Paulo informou que mais de 640 postos participarão da campanha em toda a cidade, incluindo todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs). No ano passado, cerca de 840 mil pessoas receberam a imunização.
Os postos de vacinação vão funcionar das 8h às 17h. No caso de idosos com problemas que os impossibilite de ir até os locais de aplicação da dose, poderão ser dadas vacinas em casa, portanto, que seja feito um cadastro nas UBSs, informa a prefeitura.
A relação dos postos de vacinação pode ser consultada pelo site ou pelo telefone 156.
(Fonte: Folha Online)
matéria extraida do site http://www.ambientebrasil.com.br/
segunda-feira, 20 de abril de 2009
MÉTODO IDENTIFICA IDOSOS COM MAIOR RISCO DE INTERNAÇÃO
Notícias - Imprensa
Publicada em: 16/04/2009
Método identifica idosos com maior risco de internação
Artigo da revista Cadernos de Saúde Pública, periódico científico da Fiocruz, traça perfil de idosos com maior risco de internação hospitalar para priorizá-los em programas de prevenção. A proposta inclui a definição da população-alvo; serviços de call center para fazer contato com essa população, aplicar questionários e reunir os dados; e a utilização desses dados para o cálculo de um coeficiente. O modelo foi aplicado com idosos usuários de um plano de saúde na cidade do Rio de Janeiro. Os resultados revelaram que cerca de um quarto deles tinha risco de médio a alto para internação hospitalar e, portanto, deveria ser priorizado em ações preventivas. O risco foi calculado a partir das respostas a um questionário, conhecido como Probability of repetead admission, que verifica oito indicadores: auto-percepção do estado de saúde; histórico de internações hospitalares no último ano; número de consultas médicas no último ano; presença de diabetes; presença de doença cardíaca; sexo; presença de cuidador; e faixa etária. Os resultados mostraram que 76,03% dos idosos apresentavam risco baixo, 13,4% risco médio, 7,23% risco médio-alto e 3,23% risco alto.
Crédito: www.fiocruz.br
Leia mais na Agência Fiocruz de Notícias. (na íntegra)
http://www.fiocruz.br/ccs/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2468&sid=9
