sábado, 11 de julho de 2009

Tai Chi Chuan: envelhecendo de bem com a vida

Tai Chi Chuan: envelhecendo de bem com a vida
Prática da milenar arte chinesa traz benefícios para o idoso
O processo de envelhecimento humano traz consigo inúmeras alterações já bastante conhecidas: a altura diminui, os braços e pernas ficam mais finos pela perda de água intracelular e de massa muscular, o diâmetro da pelve aumenta. Há uma redução das capacidades funcionais dos órgãos, os movimentos ficam mais difíceis, a respiração também, a pressão sanguínea aumenta, há alterações digestórias.

Por outro lado, a ONU estima que a expectativa de vida vai subir dos 68 anos atuais para 76 anos até 2050. Nos países ricos subirá de 77 anos para 83.

Já que viveremos mais, por que não viver melhor e de bem com a vida? Uma das formas de fazer isso é praticar exercícios físicos, dentre eles um dos mais adaptáveis a qualquer idade e condição do praticante: o milenarmente conhecido Tai Chi Chuan.

Para o idoso, os movimentos ao mesmo tempo lentos, suaves, mas vigorosos do Tai Chi melhoram a flexibilidade das articulações e dão firmeza aos braços e pernas, auxiliando na questão do equilíbrio, reduzindo o risco de quedas, e, consequentemente, de fraturas. Concentração, respiração, pressão arterial, memória, artrite e artrose também tem efeitos positivos com a prática.

Marina Hiroko Hasegawa, 62 anos, pratica Tai Chi Chuan há dois anos com a Professora Valéria Sanchez, no Espaço Interação Corporal. Diz ela: “Depois que comecei a praticar, notei uma melhora nos meus joelhos, pois tenho problemas de degeneração nos meniscos. Os músculos ficaram mais fortes, dando mais sustentação aos joelhos. Por causa disso, as dores que eu sentia diminuíram.” Num caso como esse o Tai Chi - por não gerar impacto nas articulações, ao contrário de outros exercícios convencionais - é uma das poucas atividades recomendadas.

Além dos benefícios físicos, o Tai Chi promove novos relacionamentos e evita o isolamento do idoso do mundo e da sociedade, pois normalmente é praticado em grupos. “A prática do Tai Chi Chuan me ajudou a conhecer muitas pessoas, com as quais tenho bom relacionamento, inclusive fora dos períodos de aula.”, atesta Marina.
Ver a pauta completa no arquivo .doc anexo.

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Profa. Valéria Sanchez
(11) 3862-5762valeria@interacaocorporal.com.br
www.interacaocorporal.com.br
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Informações para Imprensa
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Tels.: (11) 3872-0173 e 3872-4818

Mais perto da longevidade

Mais perto da longevidade
Estudos mostram eficácia de remédio e dieta de restrição calórica no aumento da expectativa de vida




Dois estudos norte-americanos independentes apontam a ingestão de uma substância derivada de bactérias e a adoção de uma dieta com redução de 30% de calorias como alternativas para futuros tratamentos para retardar o envelhecimento (foto: Mr. Ullmi / Flickr).



Dois estudos independentes dão passos importantes rumo ao desenvolvimento de terapias que retardem o envelhecimento em seres humanos – e assim nos aproximem da tão desejada longevidade. Uma substância derivada de bactérias se mostrou eficiente no prolongamento da vida de camundongos, e o mesmo resultado foi alcançado em macacos submetidos a uma dieta de restrição calórica.

Embora não tenham relação entre si, os estudos – publicados esta semana na Nature e na Science – possuem semelhanças além do objetivo comum de prolongar a vida em mamíferos. A substância testada pelo estudo da Nature – um composto chamado rapamycin – age sobre uma proteína responsável pelo envelhecimento das células, e há evidências de que a dieta de restrição calórica iniba a produção dessa mesma proteína.

A pesquisa publicada na Nature é parte de um programa do Instituto Nacional do Envelhecimento (NIA, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, em parceria com mais dois laboratórios norte-americanos. A equipe acompanhou os efeitos da ingestão de cápsulas de rapamycin simultaneamente em camundongos desses três laboratórios a partir do 600º dia de vida dos animais – o que equivale a aproximadamente 60 anos em humanos.

Envelhecimento mais lento
Até então, o rapamycin era usado para prevenir a rejeição de órgãos transplantados, além de ter mostrado eficiência no prolongamento da vida em invertebrados. No caso dos camundongos, não foi diferente: aqueles cuja dieta incluía cápsulas de rapamycin tiveram sua expectativa de vida a partir de 600 dias de idade aumentada em 28% para fêmeas e 38% para machos.

“Acreditamos que essa é a primeira evidência convincente de que o processo de envelhecimento pode ser retardado e a média de vida aumentada por meio da utilização de uma droga a partir de uma idade avançada”, declarou à imprensa Randy Strong, farmacólogo da NIA e coautor do artigo.

Segundo os autores, é especialmente interessante que o rapamycin tenha se mostrado efetivo em camundongos mais velhos. Esse resultado seria relevante em situações clínicas, nas quais “a eficácia de intervenções antienvelhecimento seria particularmente difícil de ser testada em voluntários mais jovens”.

Dieta antienvelhecimento
O outro artigo, publicado na Science por uma equipe norte-americana, testou uma dieta de restrição calórica em macacos rhesus. Dietas desse tipo já haviam se mostrado eficientes no retardamento do envelhecimento em camundongos e invertebrados, mas esta foi a primeira vez que os testes foram feitos em primatas.


Macacos alimentados com uma dieta de restrição calórica (à esquerda) sofreram menos os efeitos do envelhecimento – como incidência de câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e perda de massa cerebral – do que os animais com alimentação normal (à direita). Foto: Jeff Miller/ University of Wisconsin-Madison University Communications).



O experimento durou 20 anos, durante os quais foram acompanhados 76 macacos adultos – metade alimentada de forma livre e outra metade com uma dieta de redução de 30% das calorias. Enquanto 50% dos macacos alimentados livremente sobrevivem até hoje, 80% daqueles sob restrição calórica ainda estão vivos. O animal mais velho desse último grupo já tem 29 anos, enquanto a média de vida dos macacos rhesus em cativeiro é de 27 anos.

Além da incidência de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes ter sido menor nos macacos sob dieta, o cérebro destes também se mantiveram mais saudáveis. “A perda de massa cerebral que ocorre com o envelhecimento foi bastante atenuada em várias regiões dos cérebros dos macacos sob dieta”, explica um dos autores do artigo, o professor de medicina Richard Weindruch, da Universidade de Wisconsin (EUA).

“O estudo mostra que restrição calórica retarda o processo de envelhecimento em uma espécie intimamente relacionada aos seres humanos”, afirma à CH On-line o autor principal do artigo, Ricki Colman, também da Universidade de Wisconsin. “Por isso, essa dieta provavelmente terá um efeito benéfico também em pessoas.”

Remédio ou dieta?
Embora os efeitos do rapamycin tenham se mostrado semelhantes àqueles provocados pela dieta de restrição calórica e provavelmente atuem sobre a mesma proteína, os autores do estudo da Nature descartam uma relação mais próxima entre os dois métodos.

Eles afirmam que, pelo fato de o rapamycin aumentar a expectativa de vida mesmo se iniciado na velhice e pela ausência de mudanças de peso nos camundongos, não se pode tratar os dois resultados de forma tão semelhante. “Na maioria dos casos, as dietas de restrição calórica produzem pouco ou nenhum benefício se iniciadas após os 550 dias de vida [dos camundongos]”, dizem no artigo.

Apesar das diferenças entre os métodos, tanto o rapamycin quanto a dieta menos calórica apresentam-se como alternativas interessantes para futuros tratamentos para longevidade. “Identificamos um potencial alvo terapêutico para o desenvolvimento de drogas para a prevenção de doenças relacionadas ao envelhecimento”, complementa Randy Strong.


Isabela Fraga
Ciência Hoje On-line
09/07/2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Violência contra o idoso: mais de mil queixas registradas em 5 meses

Redação CORREIO DA BAHIA (BAHIA 15.06.2009)

Nesta segunda-feira (15) acontece o Dia Internacional de Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa, mas os números mostram que ainda não há muito o que comemorar. Na Bahia, nos últimos cinco meses foram registradas mais de 8 mil queixas de violência na Delegacia de Atendimento ao Idoso (Deati).
Para chamar atenção para esse problema, o Conselho Estadual do Idoso (CEI) promove uma caminhada da Casa do Aposentado, na Mouraria, até a Praça Municipal nesta manhã.
De acordo com dados da Deati, a maioria das ameaças, agressões físicas, maus-tratos e abandono são praticados por pessoas próximas aos idosos como filhos, netos, cônjuges e vizinhos.
Dados do órgão, referentes aos meses de janeiro a maio de 2009, mostram que foram registradas 251 queixas por violação do Estatuto do Idoso, 154 por ameaça, 73 por lesão corporal, entre outros crimes como furto simples, cárcere privado e estelionato.
De acordo com o investigador da Deati, Geraldo Reis, em 90% dos casos é o próprio idoso quem se dirige à Delegacia para fazer a denúncia, mas há situações em que as denúncias recebidas pela Procuradoria do Ministério Público ou são feitas pelo telefone através de dique-denúncia da Deati e do Sistema de Inteligência da Polícia.
No entanto, com freqüência, o idoso se cala em defesa do agressor (filho, filha, neto, neta, entre outros) e muitas vezes, a cadeia de abusos e maus-tratos só acaba com a morte do violentado.
Núcleo auxilia idosos na defesa de seus direitosAlém da Deati, a população acima de 60 anos também pode contar com o auxílio do Núcleo de Direitos Humanos Especializado em Violência contra a Pessoa Idosa (NUDH).
Criado em abril deste ano, o NUDH, que dispõe de uma equipe formada por advogado, assistente social e psicólogo, já recebeu cerca de 100 denúncias sobre violação dos direitos dos idosos.
“As principais queixas são de empréstimos consignados indevidos, ou seja, sem que haja a autorização do idoso, além de denúncias de maus tratos e agressão por parte de membros da família”, informou o coordenador da Casa do Aposentado no NUDH do Idoso, Marcos Barroso.
Em todos os casos o NUDH faz o pré-atendimento e, a depender do problema, encaminha o idoso à rede de atendimento jurídico-psico-social formada por órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública do Estado e a Deati.
De acordo com o Estatuto do Idoso, expor a perigo a integridade e a saúde física ou psíquica do idoso submetendo-o a condições desumanas é crime com punição que varia de dois meses a um ano e pagamento de multa.
Se o crime resultar em lesão corporal, a reclusão pode ser de um a quatro anos. Em casos de crimes cuja pena é superior a quatro anos, como os de homicídios, o crime deixa de ser julgado pelos Juizados Especiais e passa para as Varas Criminais, ficando a cargo do juiz estipular a pena a ser cumprida.
O Estatuto ainda prevê punição para casos como coação, injúria, retenção de cartão de benefícios, apropriação ou desvio de bens ou de qualquer rendimento do idoso.

sábado, 23 de maio de 2009

IDOSOS COM MAIS SAÚDE PARA DESFRUTAR DA LONGEVIDADE E DA QUALIDDE DE VIDA



Precisamos cuidar dos nossos idosos para que eles vivam melhor e alcance a plenitude de uma vida mais longa.




Em várias línguas precisamos promover a saúde e cuidar dos nossos jovens para amanhã ser um idoso mais jovem.
Fundamental é a parceria!











São pessoas que nos incentivam e se revelam no seu dia a dia quando demonstra seu apoio. Por essas pessoas é que levamos adiante a missão de cuidar. Parceiros em um único propósito. Cuidar da saúde com respeito e confiabilidade.


















O apoio não pode faltar. Precisamos sempre estarmos atentos ao nosso redor e a frente. À frente são os idosos que cada vez mais necessitam de uma palavra amiga, um gesto meigo e no seu dia a dia as informações, bem como um incentivo para que eles sempre mantenham-se vivos e alegres.

O grupo idoso sempre está pronto para aprender e muitas das vezes, dissiminar informações, que em sua maioria contribui em qualquer ocasião.

Equipes e mais equipes, se unem para alcançarem juntos a integralização e a promoção de saúd. Ao longos dos eventos nunca deixam de ser parceiros.


































A música é fundamental! Dar inspiração, fundamenta a ocasião, relaxa e cria a harmonia entre os povos, que se misturam em um único propóstio. Levar amor, saúde e paz aos corações que ainda são jovens.
Muito enrique, quando deparamos com pessoas sérias e que pensa que a saúde está a frente de tudo. É um direito!
Há relatos de que a música cura. Se a músia vem do coração ela cura qualquer doença.

Andam juntas! Não podem viver seprados, nunca. A harmonia do instrumento com a poesia da música.
São prazerosas aos ouvidos e ao coração.













O exercício rejuvesnece e proporciona um equílibrio mental em que é notável no dia a dia do ser humano.
Louvável! Revitalizador!









Essa é a hora em que demonstramos nossa alegria, nossa atenção e nossos agradecimentos a todos aqueles que participaram com dedicação, afinco e com carinho. Valiosa são as contribuições e a sabedoria de proporcionarmos sorrisos. que nos deixaram mais sádios, curados e enriqueidos de saúde. Todos foram companheiros em um único momento. Obrigada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Momentos dificieis passamos, mas nunca desistamos. Valeu! Tudo valeu a pena!












































































Obrigada a todos que fizeram com o evento acontecesse! Obrigada de coração. E dedico a todos que estão sempre presentes esta músical
Dom Real
Melissa
Composição: Danny Whitten/ W. Chappion Versão: Melissa

O amor é real
quando a gentese dá por inteiro
num simples toque das mãos
ou palavras
que venham de dentro
Nos faz fortes soldados
rumo a conquistar
mesmo que a batalha seja dura
vencerá só quem procura o amor
O amor
O amor não trás dor
tudo podee tudo supera
é um dom real
não quer ver o mal
nada pode matar
nem distância
nada é barreira
Shirley

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Inclusão digital para idosos

A Faculdade de Tecnologia do Senac Rio está com as inscrições abertas para a versão do curso “Desvendando a Informática", exclusiva para a melhor idade.
O curso tem duração de 64 horas e vai ensinar aos idosos como usar o sistema operacional Windows, o navegador de internet e as ferramentas do Office Word, Excel e Power Point.
O objetivo é incluir os idosos no mundo digital, para que aprendam a utilizar o computador e possam usufruir dos benefícios oferecidos pelas novas tecnologias da informação e da comunicação. Só serão aceitas pessoas com mais de 50 anos.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na Faculdade de Tecnologia de Senac Rio, que fica na Rua Santa Luzia, 735, 5º andar no Centro, ou pelos telefones (21) 2517-9200 / 9229. Para participar, é desejável que o idoso possua o equivalente ao Ensino Fundamental completo e apresente os seguintes documentos:
Cédula de identidade
CPF
Comprovante de residência
O curso pode ser pago em cinco parcelas de R$ 118,00.Local do curso: FATEC – Faculdade de Tecnologia Senac RioRua Santa Rua Santa Luzia, 735, 5º andar - CentroData de Início: 18/05/2009Horário: 13h – 2ªs, 4ªs e 6ªsMais informações:Faculdade Senac RioRua Santa Luzia, 735 - CentroDisque-Senac: 4002-2002 E-mail: extensao@rj.senac.br

(crédito SENAC. matéria extraída do site do Senac)

domingo, 3 de maio de 2009

Pesquisa diz que 47% dos idosos brasileiros têm vida sexual ativa

Doris Miranda Redação CORREIO / Fotos: Angeluci Figueredo

Ivonildes Matos cursa o sétimo semestre de fisioterapia. Um dia, entrou na sala de aula especialmente disposta a prestar atenção. Um par de olhos atentos, no entanto, já espreitava os modos desembaraçados, os comentários maduros e um certo ar juvenil que exala ao seu redor, realçado pela tatuagem floral no colo e o piercing no nariz. O colega que a observava não resistiu e disse que queria conhecê-la melhor. Bom, não deu em outra coisa se não namoro. “Acontece toda hora”,você pensa. A questão é que Ivonildes tem mais de 70, seis filhas, é bisavó de cinco e está em seu terceiro curso superior. E o rapaz, que hoje já não é mais seu namorado, tinha 19 anos. Depois dele, veio mais um colega de faculdade, de 31 anos, com quem ela ficou por dois anos.O atual é um pouquinho mais velho, com 35 anos. Com todos, garante que mantém um relacionamento normal, como o de qualquer outro casal, com sexo incluído, sim. “Não vejo porque me castrar de uma coisa tão prazerosa. Basta a mulher entrar na menopausa para as pessoas acharem que ela não precisa mais de sexo”, diz, corajosa, ressaltando que não faz nada para atrair homens mais moços.

Ivonildes não foi entrevistada mas poderia muito bem estar inserida na pesquisa que o Instituto Datafolha fez para mapear a vida dos idosos brasileiros e acabou revelando que há atividade sexual plena em 47% deles, contrariando a crença que o desejo se extingue na terceira idade (a partir dos 60anos). “Há um costume de associar amor e sexo à juventude, mas isso não acaba coma idade. As pessoas fazem sexo até o fim da vida porque o corpo continua com as mesmas necessidades. Aquestão é que as respostas sexuais vão se modificando, assim como outros reflexos. Sexo não é apenas a cópula, é toda a vida de relação com as pessoas”, afirma a psiquiatra e sexóloga Gilda Fucs.
Eternos Apaixonados. Basta passar um tempinho com Alfonso, 71, e Iraci Agazzi, 70, casados há 42 anos, para entender o que a médica quer dizer. Entre eles, há uma profusão de olhares apaixonados, toques constantes e muita cumplicidade. Juntos, compõem o retrato de um amor maduro que soube transformar o fogo da juventude numa chama perene, realçando o que já era bom, adaptando-se à nova realidade. “Hoje prezamos muito mais pela qualidade do que pela quantidade. Já conhecemos todos os pontos, os sinais um do outro, sabemos o que fazer. Quando a gente ama, tem prazer em qualquer idade porque sexo para mim é vida, uma coisa sublime”, assegura Iraci, que teve três filhos com seu amor. Com um gestual contido mas cheio de significados ocultos, o velho Agazzi observa a mulher na plenitude e demonstra aprovação. “Para que plástica se eu gosto do cheiro dela, da carne dela com a minha?
À medida que a gente vai envelhecendo vai descobrindo melhor o prazer”, diz ele, que se apaixonou pela mulher quando a viu tocar piano e ainda mantém hábitos românticos, como jantares regados a vinho ouvislumbres do pôr-do-sol a dois. Como Iraci casou virgem, a sexualidade do casal foi descoberta aos poucos e sempre à flor da pele. “O toque émuito importante para nós. Gosto de muito chamego”, explica ela.
Preconceito. Depois da popularização dos medicamentos para disfunção erétil, muitos homens mantiveram ou recuperaram a atividade sexual. Daí,74%dos entrevistados afirmarem que ainda estão com a corda toda. Com as mulheres, porém, as coisas são mai scomplicadas: passam pelo viés cruel do preconceito. Por isso, somente 24% se dizem ativas. Como elas foram educadas para serem apenas mães, criou-se uma ideia que a mulher mais madura não precisa de sexo porque não pode mais reproduzir. “A figura feminina mudou muito. A desinformação sexual ainda é uma coisa latente em todos os níveis sociais e intelectuais, mas já se sabe que a baixa de estrógeno na menopausa não interfere no desejo sexual”, explica Gilda Fucs. Boa alimentação garante o vigor a alimentação garante o vigor.
Alguns alimentos sempre tiveram relação estreita com o desempenho sexual. Muito disso é mito, mas a ciência vem provando que o que se come, de fato, pode revelar a qualidade do sexo que as pessoas praticam - sobretudo na terceira idade, quando o corpo já não temas mesmas respostas de antes. A dica é incluir na dieta alimentos ricos em vitamina B3 (niacina), que, além de melhorar o desempenho sexual, ajuda a manter a pele saudável, beneficia os sistemas digestivos e nervoso e o sistema circulatório. Então, na hora de fazer a feira, coloque no carrinho amendoim, castanha do Pará, carnes magras, leite, ovos, frutas, secas, cereais integrais, brócolis, tomate, cenoura, abacate e batata doce, que são fontes naturais de niacina. Outros nutrientes estão ligados aos hormônios sexuais, como zinco, óleos ômega 3,6 e 9, magnésio e os bioflavonóides. Ivonildes Matos: namorados bem mais novos Aids se propaga entre idosos Alfonso, 71, e Iraci Agazzi, 70, são casados há mais de 40 anos e trocaram a quantidade pela qualidade na prática sexual. Parece incrível nos dias de hoje, mas a desinformação ainda é o principal fator para os grandes índices de Aids, especialmente na faixa etária classificada como terceira idade. Os dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids preocupam: no Brasil, há mais de 500 mil casos notificados da doença. Desses, mais de 15 mil atingem idosos - sendo que, em 1991, havia cerca de 950 ocorrências. A desinformação tem como consequência a vida sexual ativa sem proteção. “Há muita Aids entre a população de idosos no Brasil. Eles não se cuidam porque não têm hábito de usar preservativo. Por isso, o Ministério da Saúde está lançando campanhas específicas”, confirma o geriatra Adriano Gordilho. A dificuldade de manuseio e o medo de perda de ereções também explica o desuso de preservativos.

matéria com fotos no Correio da Bahia http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=25123&mdl=27

sábado, 2 de maio de 2009

ESTAMOS SEMPRE ATENTOS AOS CUIDADOS DOS IDOSOS! É UMA PARCERIA MARAVILHOSA!


Peço desculpas pela falha técnica na primeira foto. Esse grupo reunido, são companheiros e colaboradores ativos no Programa do Idoso. Eles tem um carinho e uma preocupação com os idosos, que muitas das vezes penso até que eles vão carregá-los no colo.
Tenho também como companheiros e colaboradores, que sempre estão lado a lado são eles:
Dra. Fátima C. Dias Sanches; Sra. Rosane; Sra. Ivone Lemos; Sra. Rosangela da Silva; Sra. Mariana Carneiro e Sr. Ozias.
Tem também o grupo de idosos, participando da peça que ensina sobre o cuidado que os idosos devem ter com a saude.
Finalmente, não poderia deixar de falta minha mascote, D. Olivia (minha mãe) e eu Sra. Shirlei Queiróz.
Pessoal, obrigada! Nossos idosos também estão muitos agradecidos. Vocês são demais!!!!!!!!!
DIA 12 DE MAIO ESTÁ CHEGANDO! VAMOS AGUARDAR E CHEGAR ATÉ LÁ HEM TURMA!
VAI SER DEMAIS = INFORMAÇÕES, PEÇAS TEATRAIS, GRUPO DE GINÁSTICA LABORAL, ENFIM........... TANTAS NOVIDADES SE EU CONTAR AQUI, NINGUÉM VAI SE AGUENTAR ATÉ CHEGAR O DIA.